“Quando comecei o acompanhamento, eu já treinava com frequência, mas a sensação era que eu estava sempre ‘fazendo muito’ e evoluindo pouco. Eu alternava fases de dieta bem restrita com fases de exagero, e no fim o resultado não se sustentava.

A primeira diferença foi começar pelo básico do jeito certo: avaliação física, leitura do meu momento e ajustes de treino e alimentação que realmente cabiam na minha rotina. Não foi nada radical, foi estratégia.

Em poucas semanas eu já comecei a perceber diferença no corpo e na disposição para treinar. Com o tempo, a evolução ficou mais consistente: eu parei de viver no modo ‘compensação’ e comecei a seguir um processo que faz sentido.

O principal pra mim foi entender que resultado não vem de extremo, vem de constância com direção. E é exatamente isso que o acompanhamento entrega: método, ajustes e clareza do que fazer em cada fase.”

- Samuel Borges